Realizando a atividade de
Seminário Integrador e relembrando o fato ocorrido me coloquei ao lugar da mãe
novamente, e me questionava porque ela agia de tal maneira. Então como mãe,
chego à conclusão de quando descobrimos que estamos esperando um filho, essa
novidade nos transforma de certa forma física e emocionalmente e começamos a
imaginar ele e a criar expectativas, do nascimento até sua maturidade. E quando
algo não sai exatamente como planejado, nos decepcionamos e nos sentimos frustrados
no papel de pais, e nos questionamos nossa culpa e nossa responsabilidade.
Obviamente
que os pais precisam de um tempo, uma orientação e até mesmo conselhos de
profissionais ou até mesmo de outros pais que passam ou estão passando pela
mesma situação.
Hoje
sabe-se que a maior das preocupações dos pai seja
alvo de preconceito na maioria dos ambientes tradicionais que frequentar.
Então, a orientação do pai e da mãe é imprescindível para que a criança,
adolescente ou até o adulto sofra menos. E não existe um jeito
"certo" para fazer isso. "Os indivíduos não são iguais, as
dinâmicas familiares também não. Temos de ver caso a caso o que será melhor
fazer. De modo geral, o acolhimento e solidariedade sempre são a base de
tudo", diz a professora universitária Edith Modesto, presidente
da Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais (GPH) e autora do livro
"Mãe sempre sabe? - Mitos e Verdades sobre Pais e Seus Filhos
Homossexuais" (Record, 2008)

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