Nosso querido irmão, apesar das
dificuldades foi crescendo, demorou para andar, falar, comer...Frequentou a
APAE, durante um bom tempo se alfabetizou na escola regular e frequentou até o
7 ano, depois os colegas começaram a rir dele e dizer que ele era muito diferente,
isso fez com que desistisse de ir à escola.
Aprendeu a ler e a escrever, faz
muito bem as quatro operações é inteligente e muitas coisas é bem autônomo.
Neste caso em especial a inclusão só foi
possível até um certo momento, porque a escola e nem as professoras sabiam como
agir com ele, a escola não estava preparada para recebe-lo, e não se dispunha
de nenhuma sala de recursos. Ele hoje é uma pessoa muito fácil de conviver e tem
uma inteligência extraordinária, mas ainda sofre muita discriminação por ser
doente e preto.
Olá, Ivana. Na sua opinião, houve avanços desde então? Quais? Como você descreveria a comparação da sua vivência enquanto familiar de um portador de necessidades especiais e a Ivana professora nos dias atuais?
ResponderExcluir